São Paulo no escurinho
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Então começamos a imaginar o mundo maravilhoso do contra fluxo. Salões de beleza vazios às quatro da manhã, só pro povo do contra fluxo. Cinemas, teatros, parques, livrarias, cafés, cursos, aulas, lojas de sapatos e bolsas e vestidos. Sei que tem uma ou outra livraria, sei que tem vários supermercados e academias. Mas não falo de um mundo de lojas de conveniência ou socorro. Não é dentista, veterinário e ambulância. É vida mesmo. Diversão. É a vida no contra fluxo. É fazer tudo sem trânsito e sem celular tocando. É marcar reunião enquanto os outros dormem e dormir enquanto o mundo tenta virar a mesma esquina e não se matar.
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http://viajeaqui.abril.com.br/blog/sao-paulo-cronicas-endereco/2009/11/o-melhor-pra-fazer-em-sao-paulo-e-no-escurinho/